Eu, a mãe, na visão de Salsalito
Se no "dia das mães" tudo são flores e beijocas entre mães e filhos, no resto do ano o clima ameno não se sustenta, afinal, educar é preciso.
Quase sempre, as divergências de opiniões resultam em protestos nada velados por parte das crianças que, numa incipiente crítica jornalística produzem charges da vida real, como a vista acima, em que Salsalito desenha a mim, no meu monólogo tradicional (será que me faço ouvir? Jamais saberei...).
Neste nosso mundinho familiar, costuma prevalecer a vontade do governo local, ou seja, a minha mesma, que sou mãe onipresente e onipotente; porém, apesar disso, devo resistir à tentação de instituir uma censura (do tipo controle externo da mídia) e me resignar e aceitar a existência das opiniões divergentes (é claro que não preciso concordar com elas).Afinal, aqui em casa somos uma familia monárquica (não sou a rainha do lar?), mas com um viés claramente democrático (quase uma monarquia constitucional, em que o poder central se submete a princípios fundamentais, que devem ser respeitados).
Mas, da rua pra fora, confesso: sou totalmente republicana, constitucionalista, PRÓ-DEMOCRACIA!!!
Se isso faz de mim uma conservadora, que seja! Uma das belezas da maternidade é justamente a aquisição dessa habilidade em lidar com as críticas, superá-las e, até, respeitá-las.
Mas, da rua pra fora, confesso: sou totalmente republicana, constitucionalista, PRÓ-DEMOCRACIA!!!
Se isso faz de mim uma conservadora, que seja! Uma das belezas da maternidade é justamente a aquisição dessa habilidade em lidar com as críticas, superá-las e, até, respeitá-las.
